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"Quando olho para os Céus, não estou procurando por um Deus que vive no espaço exterior, estou lendo as estrelas e ouvindo os seus mistérios (Tehilim 19)". Deepak Sankara Veda

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"ברוכים הבאים ממסורת עתיקה העברים במדבר". Bem vindo á Antiga Tradição dos Hebreus do Deserto ao "Zen Hebreu". Este site não representa o judaísmo, nada tem haver com judaísmo e com nenhuma de suas vertentes. Este "sítio" é um lugar onde Sabedoria é compartilhada

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Recebendo A Instrução Do Mestre


Frequentemente pessoas reclamam que o Divino não fala com elas. Frequentemente a humanidade reclama que não ouve a Voz do Sagrado, bendito seja Ele, e que o Santo não responde às suas orações, preces.

O problema não é que o Divino não responde, e, sim, o nosso preconceito que é um véu espesso e que não nos permite nem perceber e nem ouvir a resposta do Divino.

Eis aqui um relato de como meu Mestre, o Santo Arizal (Rabino Yitzchaq Lúria) falou comigo certa vez, para me revelar sua verdadeira identidade e também a natureza verdadeira da minha alma.

Era aproximadamente as doze horas do dia 23 de outubro de 2013 e, minha aluna e amiga Márcia Hamatsu, havia me convidado para irmos à São Paulo, tomarmos um lanche e assistirmos a um filme no Cinemark do Shopping D. Eu convidei meu amigo e aluno Raul Kuk parar irmos juntos. No caminho recebi o triste comunicado de uma amiga querida que seu esposo estava internado em estado grave e então, pedi para Márcia que me levasse ao hospital no qual ele estava para que eu pudesse realizar a mitzvá de Bikur Cholim. O hospital não me deixou cumprir esta mitzvá e então, pedi para Márcia que me levasse à casa da minha amiga, a esposa, para que eu pudesse realizar uma boa ação e recitar a Refaênu por ela e pelo seu esposo. Fomos, então, à rua Estado de Israel para visitar minha querida amiga e realizar a mitzvá.

No caminho, minha aluna e amiga Márcia Hamatsu me perguntou se eu já havia lido Os Instrumentos Mortais (בני הנפילים) - Cidade dos Ossos - ao que respondi que ainda não havia lido (na verdade eu nem tinha ouvido falar). Ela começou a me contar que a narrativa na obra falava sobre o Anjo Raziel, o professor de Adão no Jardim do Éden.

Nada, absolutamente nada, acontece por acaso. O tempo é governado pelo Sagrado, com o auxílio dos seus Anjos e existem mensageiros para cada hora do dia e da noite e para uma cada hora do período da manhã há uma permutação do Nome Adonai e uma permutação em unificação com o Nome Sagrado e Adonai para cada hora da tarde e da noite. Quem saber qual anjo falou com você em um dia determinado e em uma hora específica do dia? Você precisa conhecer estes mistérios divinos e possuir zechut (méritos espirituais).

O dia 23 de outubro é a data de nascimento do Rabino Chaim Vital no calendário juliano em 1542 (Iº de Heshvan, 5303) e não poderia ser outro dia que meu amado professor tenha escolhido para revelar o segredo da natureza da minha alma e sua verdadeira identidade.

Eu já escrevi e publiquei nesta obra sobre as inúmeras vezes que meu Mestre se recusou a revelar sua verdadeira identidade, ou melhor explicando, a natureza angélica da sua alma, uma vez que ele é chamado de "Elohai Rabbi Yitzchaq (O Divino Rabino Isaac)" ao rabino Chaim Vital, se restringindo apenas a revelar que ele havia vindo ao mundo unicamente para o instruir e a ninguém mais.

Eu nunca pude esquecer esta conversa com minha querida aluna Márcia, pois, a partir dali, eu receberia muitas revelações. Meu mestre estava falando comigo ali, dentro do veículo com o qual Márcia nos conduzia ao nosso destino.

O rabino Isaac Lúria é conhecido pelo seu título "Arizal (אריז"ל)" e é neste título sagrado que está escondido o segredo da sua natureza angélica. O título Arizal (אריז"ל) contém as mesmas letras de "Raziel (רזיאל)" por temurá (permutação cabalística) e, portanto, o Rabino Isaac Lúria foi também uma reencarnação do Anjo Raziel que viera para instruir a reencarnação de Adão, o Rabino Chaim Vital, uma vez que ele também havia sido seu professor no Éden, e isto só podia acontecer no dia 23 de outubro, aniversário de nascimento do rabino Chaim.

Depois de 441 anos do seu ocultamento, o Rabino Isaac Lúria veio para revelar o segredo que ele havia se recusado a contar e diretamente acabou por revelar a minha o segredo da minha própria reencarnação. O valor 441 é a gematria da palavra Emet (אֱמֶת) que é verdade e é também o valor de Elohai Neshamá que é o nome da oração que contém o segredo da reencarnação. Ela diz:

"A alma (neshamá) que você, meu Deus, me deu é pura. Você o criou, você o formou, Você a respirou em mim, você a protege dentro de mim, e você algum dia a tirará do meu corpo e me devolverá no mundo futuro. Enquanto minha alma estiver dentro de mim, dou graças a você Adonai, meu Deus e o Deus dos meus ancestrais, Mestre de toda Criação, Senhor de todas as almas. Louvado seja você, Adonai, restaurador das almas para corpos que morreram".

Assim, o meu divino professor me revelou o segredo da natureza espiritual da sua alma, a sua metade angélica e revelou a mim a identidade da minha alma. Por isso, temos que nos livrar dos nossos preconceitos pois eles são que não nos permitem ouvir as instruções do Divino, bendito seja Ele.

Naquele dia, o meu Mestre, de abençoada memória, me revelou o segredo da abertura do Portal da Era messiânica que esta codificado no Santo Nome de 42 Letras (Ana Be'koach) e cuja data (20 be'Heshavan) coincidiu, naquele ano, com o dia 23 de outubro.

O filme "Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos - havia estreado no Brasil no dia 21 de agosto que é o 233º dia do ano solar. O valor 233 é a gematria de "Zachor (זָכוֹר)" que é "recordar, lembrar". A partir deste dia restam, para encerrar o ano, 132 dias solares. Ora, 132 é a gematria da palavra "guilgulim (גילגוֹלים)" que é reencarnações, e o rabino Chaim Vital foi o autor do Portal das Reencarnações. Estas palavras "Zachór ()" e "guilgulim ()" formam juntas "Zachór Guilgulim (זָכוֹר גילגוֹלים)" que significa "Recordar reencarnações". O valor desta frase é 365.

Se você deseja ouvir o Divino e respostas para as suas preces, instrua-se divinamente com a Sabedoria e pratique bondades para receber méritos. Quebre o seu preconceito.


Autor
BËN MÄHREN QADËSH
Dipankara Vedas

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Shearim: Portais Para A Terra Oca


A existência da Terra interior não deve ser uma surpresa para ninguém. Esse conhecimento tem sido sabido há muito tempo em culturas antigas por milhares de anos, mesmo se expandindo pelos oceanos. Mesmo os antigos Hopis americanos nativos sabem desses lugares. Mesmo no domínio da ciência, houve alguns nomes famosos que abraçam o que se tornou conhecido como a teoria da Terra oca. Tais cientistas incluem, entre outros, Sir Edmund Halley, famoso pelo cometa que recebeu o nome de sua descoberta, cometa de Halley.

A existência da Terra interna ou oca é muito mais do que uma mera declaração teológica feita pelos sábios da Torá. Houve numerosos encontros entre os seres humanos da superfície e os numerosos outros tipos de vida que habitam os reinos internos. Nem todos esses encontros foram benignos. Nossos sábios esboçaram que a Terra interna é realmente dividida em sete seções que em hebraico são chamadas de Sheva Artzot. Estes são enumerados em detalhes no Zohar. Enquanto alguns dos modernos Rabis querem descrever o Sheva e Artzot como sendo todas massas terrestres aqui na superfície da Terra, aqueles que proclamam isso o estão fazendo de forma falsa. Eles não estão lendo o que nossos sábios ensinaram ou estão mentindo sobre o que nossos sábios ensinaram. O Jardim do Éden é dito ser apenas um dos muitos locais na Terra Interior. O Zohar ensina que foi aqui que Adão se materializou na Terra; Era do domínio mais central (Éden) na Terra Interior e da qual ele fora expulso (deportado). Foi em outros domínios na Terra Interior que ele viveu e que Cain e Abel nasceram. Foi afirmado que Adão deixou inúmeras outras progênies em toda a Terra ao longo dos séculos de sua vida (930 anos). O Zohar diz que muitos que escaparam da destruição da Torre de Babel fizeram isso se mudando para a Terra Interior. O intra mundo foi explicado como sendo o domínio dos anjos caídos - os Nefilim - mencionados em Gênesis capítulo seis. A Terra interior também é o domínio de muitos animais que há muito consideramos mitológicos, como o unicórnio, a fênix, o minotauro, o centauro e o dragão, os habitantes da Terra Oca foram revelados como existindo em muitas formas e tamanhos diferentes, o que chamaríamos de gigantes, ou como escreveu e publicou o autor de O Senhor Dos Anéis, os Hobbits; na verdade, até mesmo foi explicado como sendo uma espécie um ser humano com duas cabeças. Todas essas coisas são proclamadas pelos nossos sábios como fisicamente reais. O Zohar afirma que o Jardim do Éden é um verdadeiro lugar físico existente no Interior do planeta.

No "Jardim" o Zôhar afirma que existem inúmeros "palácios". Isso indica que o Jardim não é uma mera localização botânica, mas sim, um domínio construído semelhante a uma cidade moderna. Um dos "palácios" no Jardim é o Palácio de Mashiah (Messias). O Zohar ensina que Mashiah reside aqui no intra mundo e, a partir daqui, recebe "poderes e habilidades muito além dos homens mortais". É daqui no Jardim interior que Mashiah se dirige para a Terra Exterior para lutar as guerras de HaShem e conquistar a superfície para Ele.

A Entrada Para O Jardim Do Éden



Há um grande mistério escondido na história da Torá sobre o enterro de Sarah esposa de Abraão. Este mistério não é apenas mais uma lição religiosa mística filosófica "mambo-jambo" chata que nos faz querer bocejar. Não, esse mistério é sobre uma realidade geológica e geográfica, falada há séculos na literatura da Torá e ecoou na literatura de inúmeras culturas de todo o mundo. O que estou falando é que o Jardim do Éden é um verdadeiro lugar físico e o segredo da sua localização real. Então, onde está o Jardim? É a pergunta que você deve fazer? E quem está morando lá agora? Para responder a essas perguntas, vamos aprofundar na investigação da Torá, do momento da morte de Sara até o lugar de seu enterro, a "dupla" Caverna de Macpelá em Hebron. A história da Torá é bem conhecida; Sarah, a amada esposa de Abraão, mãe de Yitzhak, morre na idade madura de 127 anos. Abraão, rico como ele era, ainda não possuía nenhuma propriedade em sua pátria recém-adotada, em seguida chamada de Canaã (hoje em dia Israel). Naqueles dias, não havia cemitérios. Os mortos eram geralmente colocados em cavernas que eram seladas e protegidas como túmulos familiares. Abraão procurou comprar tal caverna para uma herança familiar, onde mais tarde ele seria enterrado ao lado de seus filhos e netos. A Caverna dos Patriarcas em Hebron ainda é um lugar venerado até hoje. Agora, de todas as cavernas da região, por que Abraão escolheu essa especificamente, conhecida como Macpelá. Enquanto o texto da Torah escrita não aprofunda a questão, a Tradição Oral que remonta a esses dias nos traz enormes detalhes, sem os quais muito da Torah escrita nunca será entendida. A Torá Oral proclama uma história repetida em muitos comentários da Torá. De acordo com a lenda do Midrash, que pode ou não ser histórica, Abraão estava cuidando ovelhas um dia, quando uma delas fugiu. Ele a seguiu pelas colinas e entrou numa caverna. Ao entrar na caverna Abraão foi dominado pelas fragrâncias doces vindas do fundo da caverna. Ele entra mais para o fundo e, para sua surpresa, ele descobre que há uma segunda caverna dentro da primeiro e dentro desta segunda caverna estavam enterrados um homem e uma mulher cujos corpos não haviam se decomposto. Impressionado com isso, Abraão ora a Deus pedindo por respostas, o que era esse lugar e quem estava enterrado lá. O corpo masculino então se senta e fala, dizendo a Abraão que ele é Adão e que esta caverna é o caminho de entrada para o Jardim do Éden. Esta caverna era a caverna de Macpelá e esse episódio era o motivo pelo qual Abraão especificamente desejou adquiri-la para o seu próprio túmulo para os seus entes queridos. Então, esta é a história. Agora, nos deixe colocar a legenda de lado e fazer as perguntas necessárias. Se houver alguma legitimidade para Macpelá ser um caminho de entrada para o Éden, como isso é fisicamente possível? Jardins são colocados onde as árvores crescem e a flora floresce. Mas estes exigem a luz do sol para que eles cresçam. Todos sabemos que as cavernas são buracos na terra, algumas bastante profundas, algumas indo quilômetros e quilômetros terra adentro, e ainda o que todos elas compartilham é que estão profundamente subterrâneas sem qualquer exposição à luz solar.

Não se pode ter um Jardim crescendo em uma caverna. Como então a caverna de Macpelá é o caminho de entrada para o Jardim do Éden? Onde na Terra está o Jardim, ou talvez seja melhor perguntar onde dentro da Terra está o Jardim. Os sábios da Torah reconheceram que o Jardim do Éden é uma localização física em algum lugar da Terra. Desde os tempos mais antigos, a Caverna de Macpelá foi associada ao Jardim e é reconhecida como sendo a sua entrada. Mais uma vez, se há mais do que uma lenda para isso, onde está o Jardim? Para responder a isso, devemos investigar um dos maiores segredos guardados pelos sábios da Torá. Não há melhor maneira de revelá-lo além de ser direto e definitivo. Há uma Terra Interior e o Jardim do Éden está no centro da Terra a centenas de milhas abaixo, diretamente embaixo da Caverna de Macpelá. A proclamação surpreendente está afirmada de forma tão clara no Zohar e em outras fontes antigas.

Portais Para Outros Universos

Cada uma destas sete terras abaixo possui um portal que conduz a cada um dos sete outros universos. Estes universos foram revelados no artigo "Adão & Marte". Abaixo, a tabela com os universos, seus céus, terras, planetas, etc.

Universo
Céus
Terras
Sefirá
Day
Planeta
7
Qodesh há’Qodashim
Vilon
Erets
Chessed
Domingo
Júpiter
6
Ratson
Rakia
Adamá
Guevurá
Segunda
Mars
5
Ahavá
Shechakim
Arqa
Tiféret
Terça
Sun
4
Zechut
Zevul
Charva
Netzach
Quarta
Venus
3
Nogáh
Maón
Iabasha
Hod
Quinta
Mercúrio
2
Etsem Shamayim
Machon
Tevel
Iesód
Sexta
Lua
1
Livnat há’Sapir
Arvot
Chalad
Malchut
Sábado
Earth


Sheva Artzot - O Código

Sem mais delongas, vamos ao que nos interessa de imediato que é um código enigmático que encontramos no Tana'k e que muito nos surpreendeu:


Clique Para Ampliar

Elegemos "Sheva Artzot (שְׁבַע אַרְצוֹת)" como termo central e buscamos em toda a Bíblia. Sete resultados se apresentaram e num deles havia uma menção criptográfica que jamais poderia ser ignorada: Jeremias 10 versículo 11.

"Assim lhes direis: Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu".

כִּדְנָה, תֵּאמְרוּן לְהוֹם, אֱלָהַיָּא, דִּי-שְׁמַיָּא וְאַרְקָא לָא עֲבַדוּ; יֵאבַדוּ מֵאַרְעָא וּמִן-תְּחוֹת שְׁמַיָּא, אֵלֶּה.

Um outro enigmático verso cruza Sheva Artzot e afirma todo este assunto que revelamos aqui. Ele se encontra no livro de Ezequiel:

"E o príncipe entrará pelo caminho do vestíbulo do Portal, por fora, e permanecerá junto da ombreira do Portal; e os sacerdotes prepararão o holocausto, e os sacrifícios pacíficos dele; e ele adorará junto ao umbral do Portal, e sairá; mas o Portal não se fechará até à tarde". 

וּבָא הַנָּשִׂיא דֶּרֶךְ אוּלָם הַשַּׁעַר מִחוּץ, וְעָמַד עַל-מְזוּזַת הַשַּׁעַר, וְעָשׂוּ הַכֹּהֲנִים אֶת-עוֹלָתוֹ וְאֶת-שְׁלָמָיו, וְהִשְׁתַּחֲוָה עַל-מִפְתַּן הַשַּׁעַר וְיָצָא; וְהַשַּׁעַר לֹא-יִסָּגֵר, עַד-הָעָרֶב.

Ezequiel 46:2

O mais incrível é que, dentro do código central "Sheva Artozt (שְׁבַע אַרְצוֹת)" o termo "Sha'ar (שַּׁעַר)" que é Portal está codificado.

שְׁבַעאַרְצוֹת

E, para encerrarmos este assunto, vamos falar sobre "Arka - O Portal para Marte": No código que encontramos, o termo central que elegemos foi "Sha'ar Maadim (שַּׁעַר מַאֲדִים) - Portal de Marte" e que surgiu com Arka conectado a ele.


O Homem De Arka 

Em alguns programas dos quais participei e fui entrevistado pela querida Cris D Paschoal II, revelei que Alienígenas vieram, permaneceram e estudaram Torá com os sábios de Israel na antiguidade. No programa no qual falei sobre o Stargate, revelei pela primeira vez, sobre o Alien que veio através do Stargate de Bavel e aqui, hoje, vou escrever sobre o Alienígena Intra terreno que veio aprender com os Rabis. O relato encontra-se no Zôhar, na Porção Vayetzê e ele foi chamado de "O Homem de Arka". Ei-la: "Rabi Yosi e Rabi Chyia estavam caminhando enquanto falavam os mistérios da Torá. Sentaram-se diante de uma fenda em uma rocha quando foram surpreendidos por um homem apareceu diante deles. Rabi Yossi perguntou: Quem é você? O homem respondeu: Eu sou do Povo de Arka. Quando perguntado, Existem pessoas lá? Ele disse: Sim, e eles costuram e colhem. Alguns são de uma forma estranha que é diferente de mim. Eles têm duas cabeças. Eu vim até você para aprender o nome da terra em que habitam. Ele disse: Ela é chamada de "terra" (Heb. Eretz), porque é a terra dos vivos, como está escrito: "Quanto a terra (Eretz), dela procede o pão (Iyov 28: 5)". Pão vem da terra. Outras terras não têm pão ou, se o fizerem, não é um dos sete tipos de sementes". Este relato foi escrito há dois mil anos no Zôhar e eis nele uma pista do porque os Cripto Agroglifos (Circulos em Plantações) são feitos em suas grande maioria em campos de trigo e plantações de milho; Tais aliens não possuem tais sementes para fazer pão. Arka é um dos sete nomes de uma das sete terras intra terrenas que foi inclusive mencionada em uma super produção de cinema chamada "Doom". Quando revelei que os cripto agroglifos tem mensagens sobre a sabedoria divina que tais aliens deixam, existem provas, porque eles a aprenderam com os Rabis do Zohar e do Talmude.

A Terra De Nód

"E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden (וַיֵּצֵא קַיִן, מִלִּפְנֵי יְהוָה; וַיֵּשֶׁב בְּאֶרֶץ-נוֹד, קִדְמַת-עֵדֶן.)".

Gênesis 4:16

"O rabino Yitzchak disse: Venha e veja: quando Caim matou Abel, ele não sabia como sua alma poderia deixá-lo, isto é, que, por meio de suas ações, ele poderia, com efeito, extrair a alma de Abel e matá-lo. E ele estava mordendo-o com os dentes, como uma serpente. Naquele instante, o Santo, abençoado seja ele, amaldiçoou Caim. Ele vagou em todas as direções, mas nenhum lugar o aceitou até que ele bateu na cabeça e se arrependeu diante de seu Mestre. Então a terra o recebeu em um dos compartimentos inferiores, porque seu arrependimento não era completo e, portanto, não era aceito neste mundo".

"Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará (הֵן גֵּרַשְׁתָּ אֹתִי הַיּוֹם, מֵעַל פְּנֵי הָאֲדָמָה, וּמִפָּנֶיךָ, אֶסָּתֵר; וְהָיִיתִי נָע וָנָד, בָּאָרֶץ, וְהָיָה כָל-מֹצְאִי, יַהַרְגֵנִי.)".

Gênesis 4:14

"De acordo com o rabino Yitzchak, no entanto, a Terra só aceitou Caim a um nível abaixo dele, como está escrito: "Eis que hoje me lanças da face de Adamá (Gênesis 4:14)". Ele foi expulsado da face da terra (Adamá), mas não de debaixo dela. Ele foi levado pelo compartimento inferior embaixo. Assim, o rabino Yitzchak discordou da interpretação do rabino Yosi. A posição do rabino Yitzchak era que Caim foi admitido apenas no nível inferior. Por quê? Porque seu arrependimento era incompleto". Ele perguntou: "E em que lugar a terra o admitiu?" E ele respondeu, em Arka, que é um dos sete níveis físicos da terra. De todos os que residem ali, está escrito: "Estes perecerão da terra e de debaixo dos céus" (Yirmeyah 10:11)". Ali, ele estabeleceu seu lugar de vida. Este lugar é referido nas palavras: "E habitou na terra de Nód a leste do Éden (Gênesis 4:16)". Isso alude ao compartimento inferior chamado "Arka". Este compartimento também é chamado de "Nod" porque os moradores têm duas cabeças e balançam de um lado da escuridão para o outro lado da luz".

Zôhar Bereshit B


Autor
Bën Mähren Qadësh
Dipankara Vedas

Baseado Em
OUT OF THE BOTTOMLESS PIT
Zôhar
Midrash
Talmude

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Cura Para A Depressão


Depressão & Cura

"Porque me cercaram as ondas da morte; as torrentes de Belial me assombraram. Cordas do she'ol me cingiram; encontraram-me laços de morte". 

כִּי אֲפָפֻנִי, מִשְׁבְּרֵי-מָוֶת; {ס} נַחֲלֵי בְלִיַּעַל, יְבַעֲתֻנִי. {ר} ו חֶבְלֵי שְׁאוֹל, סַבֻּנִי; {ס} קִדְּמֻנִי, מֹקְשֵׁי-מָוֶת. {ר}

2º Samuel 22:5 & 6

O Segredo da cura da depressão está no resgate e ascensão da centelha de alma da pessoa que caiu no Poço das Almas (Adam Belial) sendo aprisionada sob o domínio das Qlipót (forças do mal) que são chamadas "morte". O mistério é a reencarnação (Guilgulim), a aquisição de uma nova ou novas centelhas de almas. O Zôhar diz que os que desejam se purificar recebem ajuda de cima, da Árvore das Almas (עץ החיים) e os que desejam se impurificar recebem ajuda de baixo, das Qlipót (קליפות).

Este é o segredo nas palavras de David ha'mélech (o Rei David) quando expressou as lembranças da sua néfesh (alma) quando estava presa no fundo das Qlipót: "Porque me cercaram as ondas da morte; as torrentes de Belial me assombraram. Cordas do she'ol me cingiram; encontraram-me laços de morte". Note que destaquei em vermelho o nome "Belial (בְלִיַּעַל)" no original hebraico abaixo.

כִּי אֲפָפֻנִי, מִשְׁבְּרֵי-מָוֶת; {ס} נַחֲלֵי בְלִיַּעַל, יְבַעֲתֻנִי. {ר} ו חֶבְלֵי שְׁאוֹל, סַבֻּנִי; {ס} קִדְּמֻנִי, מֹקְשֵׁי-מָוֶת. {ר}


O REMÉDIO
Ferramentas De Cura 

O que deseja ser sarado da depressão deve compreender e aceitar que é um processo de reencarnação é deve intencionar primeiro e com introspecção na Tefilát Rabbi Nechunia Ben Hakanná (אנא ב'כח) e na prece "Gevur'Ot (אתה גבור)" que no final diz "mechaiê ha'metim (מחיה המתים)" que significa "que ressuscitas os mortos", pois, a alma caída sob o domínio do Adão das trevas é como estivesse morta e a pessoa é preenchida com o desejo de morrer, e por isso ela precisa ser ressuscitada. A seguir ela deve intencionar no Salmos 23 (תהילים פרק כג) especialmente nos versos 2 onde se lê "nafishi yoshevav (נַפְשִׁי יְשׁוֹבֵב)" que se traduz "fará a minha alma retornar (não existe refrigera a minha alma)" e depois em "mesmo que eu ande pelo vale da sombra da morte (גַּם כִּי-אֵלֵךְ בְּגֵיא צַלְמָוֶת)" pois as Qlipót são chamadas "tzëlmavet (צַלְמָוֶת) - sombra da morte" e também intencionar no Salmos 93 chamado "Adunai Malach (יְהוָה מָלָךְ)" porque as três últimas palavras  deste Tehilim por roshei teivot (anagrama) que são "Adunai le'orêch ya'amim (יְהוָה, לְאֹרֶךְ יָמִים)" são o segredo do Nome Divino dos 72 Nomes de D'us "Yelí (יְלי)". 


Então, a pessoa deve intencionar com o Sagrado Nome de D'us de Onze Letras (אֵל, נָא רְפָא נָא לָהּ) e depois na Tefilat Refaênu (ְרָפֵאנּו) que no final diz "rofé cholei amô Israel (que curas teu povo Israel)" isto porque a nefesh habita no coração que é chamado Israel e as iniciais destas palavras resultam em gematria 288 que é a mesma da palavra "Ibur (עיבור)" que significa "gravidez" pois a pessoa vai atrair uma nova centelha de alma que vai ajudar a levantar a sua do mundo dos mortos e por isso ela estará grávida com uma nova alma que depois poderá ir embora.

רפאנו ה' ונרפא, הושיענו ונושעה כי תהלתנו אתה, והעלה רפואה שלמה לכל מכותינו, כי א-ל מלך רופא נאמן ורחמן אתה. ברוך אתה ה', רופא חולי עמו ישראל.

Para completar este processo a pessoa precisa de um novo Nome, pois o Talmude ensina que a mudança de nome salva a vida de uma pessoa e, ela precisa de um nome bíblico para atrair uma centelha de alma da Alma raiz daquele nome. Termine recitando novamente o Ana Be'Koach para selar todo o processo e o proteger das forças obscuras.

Ana Be'Choach


Benção Gevur'Ot

Salmos 23

Salmos 93
Adunai Malach

REFAÊNU
Cura-nos

Selando Com Ana Be'Choach

Para encerrar, um mantra em Sânscrito onde o Nome Om que é dos 72 Nome de D'us pode ser ouvido e vocalizado com introspecção:

SARVERSHAM

सर्वेषां स्वस्तिर्भवतु । सर्वेषां शान्तिर्भवतु । सर्वेषां पूर्नं भवतु । सर्वेषां मड्गलं भवतु ॥
Sarveśām Svastir Bhavatu Sarveśām Shāntir Bhavatu Sarveśām Pūrnam Bhavatu Sarveśām Maṇgalam Bhavatu

Que haja felicidade em tudo. Que haja paz em tudo. Que haja completude em tudo. Que haja sucesso em tudo.

Sarva = tudo; Sarvesham / tudo; svastir = saúde / bem-estar; bhavatu = seja, pode haver Shanti = paz. Pūrnam = completude / perfeição / realização Mangalam = sucesso (sucesso espiritual) / auspiciosidade / prosperidade




Autor
Bën Mähren Qadësh
Dipankara Vedas

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Mudança De Lugar, Mudança De Destino


Meu romance de Ficção Científica preferido é Duna de Frank Herbert, e não é porque, como a grande maioria eu o considero o maior romance de ficção já escrito, mas, devido ao impacto que ele causou na minha vida espiritual e as mudanças que, devido ao conhecimento e segredos descobertos, ele me proporcionou. Em Duna, Liet-Kynes - o profeta Elias dos Fremen - cita, em um certo episódio no qual alguns dos Fremen vão para o deserto profundo, um dito esotérico parte da fé mística dos habitantes do deserto: 

"Quando um homem tem que morrer, D'us o conduz ao lugar apropriado." 

Este ditado é profundamente místico e espiritual. Se nós meditarmos sobre ele descobriremos o quão verdadeiro ele o é: 

"Dezembro de 2004, manhã do dia 26 em alguma praia da Indonésia, Rodrigo está deitado na areia se banhando ao sol. Algum tempo atrás ele havia sentido um enorme desejo por viajar e durante meses planejou este passeio. Juntou dinheiro, fez reserva em um hotel próximo à orla. A viagem correra bem e no dia 25 à tarde ele já estava hospedado e na manhã seguinte estaria na praia. Ele foi dormir cedo e à meia noite já estava dormindo. Às 00:58, um sismo de magnitude 9.3 no Oceano Índico, causa um tsunami com ondas de 30 metros de altura. Rodrigo está dormindo e nada sabe sobre o sismo. Pela manhã ele se levanta, toma seu café e se dirige para a praia, estende sua toalha sobre a areia embaixo de um guarda-sol e se deita ouvindo as relaxantes ondas do mar dedilhar a orla como um músico habilidoso dedilhando seu instrumento. A manhã está agradável e Rodrigo coloca seus fones de ouvidos e relaxa ao som de suas músicas preferidas. De repente, uma onda de 50 metros chicoteia a orla como um feitor invisível. Seu corpo jamais foi encontrado". 

"Kynes disse sem se voltar: - Quando D'us ordena a uma criatura que morra num lugar determinado, Ele faz com que a vontade dessa criatura a leve para aquele lugar" 

Duna, página 165. 

É o tikun (תִּיקּוּן) - correção espiritual/karma - daquela pessoa que a conduz ao lugar onde ela deverá morrer. Da mesma maneira e oposta, quando uma criatura tem que viver D'us a conduz ao lugar apropriado. 

Aos dormentes, indoutos, incautos, nada pode ser feito para evitar que alguém morra e, de certa maneira, eles estão certos, pois, àqueles que estão separados da Sabedoria, não são concedidas ferramentas para evitar ou alterar o próprio destino. O Zôhar Sagrado revela que, todos aqueles que vão descer à sepultura, têm seus nomes na lista do Anjo Dumá, o responsável por todos os cemitérios do mundo e somente aqueles que possuem habilidade espiritual e sabedoria, podem enganar Dumá e escapar das suas mãos. Há um ditado cabalista em yiddish (idioma dos judeus europeus) que declara: 

שׁוֹנֶה מָקוֹם שׁוֹנֶה מַזָּל
"Shonêh maqom, shonêh mazal (Mudança de lugar, mudança de destino)".

Este ditado é semelhante ao declarado por Liet-Kynes em Duna, mas, em uma análise mais profunda, ele nos fornece compreensão e ferramentas maravilhosas para alterar nossos destinos. Vamos começar pela palavra "Shonêh (שׁוֹנֶה)" que significa "Mudança" e que vem da mesma raiz etimológica da palavra "Shanáh (שָׁנָה)" que se traduz para "ano" que é o hebraico "Shinui (שִׁינּוּי)" que significa "mudança", como explicado acima.

A celebração mística do ano novo cabalístico, o "Rosh Ha'Shaná" é a primeira ferramenta que dá à humanidade, a habilidade para mudar o seu destino. No mundo inteiro, o ano novo reduziu-se a uma celebração regada a muita comida e bebida no calendário católico romano. Você já parou e notou quantas tragédias acontecem no ano novo mundo a dentro durante a celebração do Réveillon?

"Quanto à etimologia, réveillon tem origem no verbo em frânces réveiller, que significa "acordar" ou "reanimar". Assim, o réveillon é o despertar do novo ano".

Em outras palavras, o réveillon deveria ser a celebração da mudança, o despertar para uma nova e mais elevada consciência, e não o comer e beber apenas.

No calendário cabalístico, a mudança de ano acontece na noite do dia 1º de T'shiri que é o sétimo mês hebreu sob a influência zodiacal de Moznaim (מֹאזְנִים) que é Libra. O nome "Moznaim" vem do hebraico para "ouvidos" que é "ozên (אוֹזֶן)" e é comumente compreendida como "equilíbrio" e por que?

"O sistema responsável pelo equilíbrio se localiza no ouvido interno, é o sistema ou aparelho vestibular, conhecido como “centro do equilíbrio”. Este é formado por um conjunto de órgãos: três canais semicirculares que se juntam a uma região central chamada vestíbulo, que apresenta ainda duas estruturas chamadas sáculo e utrículo. Ligada ao vestíbulo encontra-se também a cóclea que é a sede do sentido da audição. O conjunto dessas duas estruturas chama-se labirinto".

Fonte: O Aparelho Audititivo

De uma pessoa sem equilíbrio é dito que ela tem "labirintite". O mês de libra nos dá esta oportunidade de alcançar equilíbrio compreendendo o que nos causou sua ausência na vida. O principal preceito da Toráh a ser realizado na noite da "Mudança" é ouvir o toque do Shofar e daí o seu nome no livro do Levítico que é "Yom Teruá (dia de teruá)".

"Sobre o poder do toque do shofar, ensina o Baal Shem Tov: "No palácio real há muitos cômodos, cada um com uma chave própria. Há uma chave, no entanto, um único instrumento, que abre todas as portas - é o machado. O shofar é um machado. Quando uma pessoa, arrebatada pela paixão, desmonta seu coração diante do Todo Poderoso, ela consegue pôr abaixo qualquer dos portões do palácio do Rei dos Reis, Melech ha-Melachim, o Santo, Bendito é Ele".


O Zôhar ensina que não há um universo (câmara do Rei dos Reis) onde o sopro do shofar não seja ouvido confundido o Satan (forças negativas) e erradicando o Caos.


Adam ha'Rishon foi criado no dia 1º de T'shri na sexta feita cósmica e ao meio dia seu pecado fez com que sua alma fosse fragmentada cujos cacos criaram o universo e este é o segredo da palavra "Bereshit (בְּרֵאשִׁית)" que se traduziu para "Gênesis" e na Bíblia para "No princípio" e que contém a data da criação e queda da humanidade, uma "temurá (permutação) das mesmas letras: "Be'Alef Tshri (בְּ'א תשִׁרֵי) - Em primeiro de Tshri. Por esta razão o ano novo é também importante, pois é a oportunidade para corrigirmos a fragmentação e a nossa queda e repararmos nossas vidas causando "Mudanças"

A segunda palavra que devemos analisar é a palavra "Mazal (מַזָּל)" que signfica "sorte, destino" e também "constelação" pois, a sorte e o destino de uma pessoa dependem do seu mazal, ou seja, da constelação que influenciou a sua concepção e o seu nascimento.

A compreensão destes segredos é que nos dá a habilidade para elegermos ferramentas espirituais adequadas para mudarmos a nossa sorte, o nosso destino e erradicar o nosso karma, pois, a gematria atba'sh de "Shonêh maqom, shonêh mazal" é 566 que é a mesma de "Tikun (תִּיקּוּן)". Este movimento de mudança de lugar se inicia com um movimento para o interior, para dentro de nós, uma introspecção, viagem interior e resulta na mudança de lugar físico, estabelecendo nosso corpo nossa alma sob a influência de outra constelação, favorecendo o nosso destino.

"Considera toda as obra de D'us; quem poderá endireitar o que ele fez torto (רְאֵה, אֶת-מַעֲשֵׂה הָאֱלֹהִים: כִּי מִי יוּכַל לְתַקֵּן, אֵת אֲשֶׁר עִוְּתוֹ.)?"

Qohelet 7:13

Se pode notar, no passuq acima, que eu destaquei em vermelho a palavra "le'takën (לְתַקֵּן)" que é o verbo radical de origem de "tikun (תִּיקּוּן)" que é consertar, endireitar, no sentido cármico.



"Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou (עֵת לָלֶדֶת, וְעֵת לָמוּת; עֵת לָטַעַת, וְעֵת לַעֲקוֹר נָטוּעַ);".

Qohelet 3:2


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Autor
Bën Mähren Qadësh
Dipankara Vedas

domingo, 26 de novembro de 2017

Cripto Ufologia: Círculos


Artigo Em Construção


Definição: A Cripto Ufologia é a ciência dos Códigos que estuda a criação e aplicação de ferramentas criptográficas sobre fenômenos ufológicos e ovnológicos para os decodificar ou produzir evidências sobre sua veracidade ou inverdade.

O termo "Cripto Ufologia" vem do hebraico "Etzêm Balti Mezohêh Tzofên (עצם בלתי מזוהה צוֹפֶן)" ou representado pelo acronismo "AB'M TZ'N (עַבָּ'ם צוֹפֶן)" literalmente traduzido para "Código UFO". Até a publicação do Livro "ADAMÁH - AS ORIGENS SECRETAS DA HUMANIDADE" não se conhecia a ciência da Cripto Ufologia.



A Rejeição Dos Ufólgos

A grande maioria dos ufólogos desconhece a Cripto Ufologia e os que já ouviram ou leram sobre ela a rejeitam por medo de perderem suas posições como "renomados ovinólogos" ou por puro preconceito devido às limitações de conhecimento e em função de suas hostilidades com relação às novas ferramentas e novas análises produzidas por pessoas que não pertencem a este meio ufológico remunerado, eles não se abrem e não permitem que novas exposições baseadas em análises criptológicas sejam lhes apresentadas.

DERE'K NISTAR

As ferramentas de análises são produzidas a partir do conhecimento antigo que estava codificado no "Sipra D'Adam Ha'Rishon" também chamado de "Sipra Razi'Ël Ha'Malach (O Livro Do Anjo Razi'Ël)" e de "Sipra Ha'Razim (O Livro Dos Mistérios Divinos)" e até onde sabemos agora, Razi'Ël foi o segundo dos "Chayizarim Di-Shemayá (חייזריִם דִּי-שְׁמַיָּא) - Seres Dos Céus (Aramaico)".




OVNIs - O CÓDIGO

Escondido em um texto de 3.000 anos de idade, descobrimos o termo moderno  "OVNIs (עב"מים)" no hebraico. Eis o texto:

הַשָּׁמַיִם, מְסַפְּרִים כְּבוֹד-אֵל; וּמַעֲשֵׂה יָדָיו, מַגִּיד הָרָקִיעַ יוֹם לְיוֹם, יַבִּיעַ אֹמֶר; וְלַיְלָה לְּלַיְלָה, יְחַוֶּה-דָּעַת.

O texto hebraico aqui é do Tehilim (Salmos) 19, onde se lê: "Os céus declaram a glória do Ël e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite". Dentro deste passuq, no sentido inverso ao hebraico, ou seja, da esquerda para a direita, codificados a cada "um" intervalo equistante (salto alfabético de igual distância matemática) está escrito "Os OVNIs Descerão (עב"מים יירד)".

Qual a implicação deste código escondido em um texto com três mil anos de idade? Primeiro, o verso diz "Os céus declaram a glória do Ël, e o firmamento as obras das Suas maõs". Pergunta: Como os céus iriam declaram a glória do Ël? O código responde: "Os ovnis descerão". O termo "descerão" no hebraico é "yiaréd (יירד)" e ele está codificado nas palavras "maguid ha'raqiá (מַגִּיד הָרָקִיעַ)". O maguid é um enviado dos Céus para declarar um segredo codificado e neste caso um segredo dos seres dos Céus, pois é dito "do firmamento". E o que está no firmamento? As estrelas, constelações e seus planetas e, é claro, seus habitantes.

Continuará...

Autor
Bën Mäheren Qadësh
Dipankara Vedas

domingo, 12 de novembro de 2017

A Conquista Da Lua: Nas Fronteiras Da Era Messiânica

Saturno Cinco

Quando a alma de Adam ha' Rishon (Homem Primordial) foi fragmentada em 600.000 centelhas, estes fragmentos de almas retiveram em si informações que a grande alma universal de Adam ha' Rishon tinha estudado com seu professor, o Anjo Raziel. Nestas centelhas de almas estão gravados todo a Sabedoria (Chochmá), toda a Compreensão (Bináh) e todo o Conhecimento (Da' at) e por esta razão, estas centelhas de almas são chamadas de Reshimot (רְשׁוּמוֹת), palavra hebraica que significa "Registros" e que vem da raiz de "Rashum (רָשׁוּם)" que significa "Registrado" e, portanto, uma alma é uma "Reshimá (רְשִׁימָה) - um registro".

Quando uma alma (néfesh) sob ao mundo vinda do poço das almas (Árvore das Qlipot) ou quando ela desce (ruach ou neshamá) vinda da Árvore das Vidas ela começa a manisfestar no mundo físico (olam hazêh). Para melhor compreesão vou citar o exemplo de Steve Jobs. Ele nasceu no dia 2 de Adar de 5715 que correspondeu ao gregoriano 24 de fevereiro de 1955. Adar (אדר) é na verdade "A-dor (א-דר)" que significa "primeira geração", aludindo à primeira geração das 600.000 reshimot que estavam em Har Sinai no evento da outorga da Toráh (Instrução Divina).

Quando Adam ha' Rishon comeu da Etz Da' at Tov ve' Rá (עֵץ, הַדַּעַת טוֹב וָרָע) - Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, ele adquiriu muita informação que ficou registrada na sua grande e unificada alma. O Zôhar Sagrado nos diz que esta Árvore está repleta de "maças tecnológicas". Ela era a Árvore da Tecnologia (עֵץ תַפּוּחַ). A palavra para Maçã é "Tapuach (תַפּוּחַ)" e tem as mesmas letras de "Pituach (פִּתּוּחַ)" que significa "Abertura".

Um exemplo desta tecnologia da Árvore do Conhecimento foi o Cajado de Moisés que era um ramo deste arbol que Adão trouxe do Jardim do Éden e que foi passando de geração a geração (דּוֹר וָדוֹר) até chegar a Moisés.

Com o nascimento de Steve Jobs a tecnologia foi novamente descoberta e nossa missão agora é usá-la de forma correta e não idolatrá-la como fez a Civilização da Serpente (Nachash) que foi destruída por ela.

A Missão Apollo

A conquista da Lua começou com o Projeto Mercury (Mercúrio) e alcançou o seu ápice com o Projeto Apollo em 20 de julho de 1969. Mercúrio é o ascendente de Gêmeos é alude ao Anjo Metatron. Gêmeos é o signo da tecnologia. Por exemplo, a revelação da Toráh no evento do Sinai recebeu a influência de Mercúrio, pois, de acordo com o Sêfer Ha' Yetzirá (Livro da Formação) Mercúrio foi criado pela letra hebraica "rêsh (ר)" e Gêmeos pela letra hebraica "zayin (ז)". A Toráh é formada por cinco livros chamados "chumash (5)" valor que é representado pela letra hebraica "hê (ה)". Juntas, estas letras formam o nome "Zôhar (זהר) - Radiância" e é por esta razão que eu sempre digo para estes "rabinos mortos" que negam a existência do Zôhar Sagrado ou afirmam que ele é uma lenda, que o Zôhar foi revelado em Har Sinai. E o que havia em Har Sinai? 600.000 reshimot (Centelhas de Almas).Metatron foi quem se revelou a Moisés no fenômeno da Sarça Ardente. O Zôhar informa que Metatron era a tecnologia na mão direita de Moisés (o Cajado).

O Projeto Mercury

Alguns dos sábios da QABALAH afirmam que, a Era de Aquário começou com o nascimento do Rabino Isaac Lúria no século 16 o que eu também afirmo e já provei aqui com algumas publicações onde demonstrei os códigos na Toráh que são as evidências disso.

O Ari, como era chamado e até hoje é conhecido o Rabino Isaac Lúria, afirmou que veio ao mundo unicamente para instruir ao Rabino Chaim Vital que, segundo ele era uma reencarnação de Adão (ver Shaar ha'Guilgulim ha' Qadmá 38). Eu revelei aqui que a parte divina da alma do Rabi Isaac Lúria era o Anjo Raziel que veio ao mundo para instruir seu aluno Adão (Chaim Vital). Este segredo está nas letras do cognome esotérico pelo qual ele é hoje conhecido, Arizal (אריזל) que é um anagrama de "Raziel (רזיאל)".

Ainda em vida, as almas do Arizal e seu amado aluno o rabino Chaim Vital se uniram e assim, quando o falecimento do Arizal, sua alma passou para o Rabino Chaim e se unificou para sempre com a dele, o que ele mesmo afirmou quando disse "Eu e o Ari somos um (Shaarei Qedusha)".

Porque a missão recebeu o nome de Apollo? A gematria do nome "Apollo (אפולו)" é a mesma de Chaim Vital (חיים ויטל) e de Paulo que é 123. O número onze em hebraico é "echad ésser (אחד עשר)" cuja gematria é igual a 583. O onze alude à Era de Aquário e o valor 583 é a gematria de "Reencarnação do Arizal e do Rav Vital (גלגל האריזל ורב ויטאל)". O homem pisou na Lua no ano gregoriano de 1969, no dia 20 de julho que, no calendário hebraico foi 5 de Av de 5769 que é a data do ocultamento da alma do Rabino Isaac Lúria quatrocentos anos depois que o Ari se encontrou com seu aluno Chaim. A Lua está a 400.000 quilômetros da Terra e foi, de acordo com o Livro da Formação, criada pela letra hebraica "Tav (ת)" cuja gematria é 400. E há muito mais...


O Saturno Cinco, o poderoso lançador da Missão Apollo 11 é apelidado de LEO que é um acrônimo para "Low Earth Orbit (Baixa Orbita Terrestre)". LEO é o genitivo do Latim Leão que é significado de Ari.

Recebendo Reshimot

Sempre que a Shabat é recepcionada adequadamente, com ela recebemos Reshimot, centelhas de Alma que descem do Jardim do Éden é se hospedam naqueles que, com kavanot (meditações) e conhecimento deste mistério da reencarnação por Yibur, cumprindo a mitzváh (preceito) de ser hospitaleiro. Assim, seu sempre me concentro para ouvir as reshimot que recepcionei e receber delas revelações dos mistérios divinos e segredos maravilhosos, e quando estes segredos me são revelados, com eles vem todas as evidências de que são verdadeiros.

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Acima, está a matrix do Código que descobri hoje e que completa esta revelação que recebi em 2013. No centro, em vermelho está "Apollo 11" e cruzando Apollo 11 está "Seiscentas mil almas". Abaixo de Seiscentas Mil está Ha' Ari (Elohei Rabi Yitzchaq) e abaixo dele está "Vital". Mestre e aluno juntos com Apollo 11 evidenciando este mistério divino.



Autor
Bën Mähren Qadësh
"Dipankara Vedas"
Misha"Ël Ha"Levi

domingo, 5 de novembro de 2017

A Constância Do Tempo


A fragmentação de Adam ha'Rishon (O Homem Primordial) é uma consequência da fragmentação de Adam Qadmon (O Homem Celestial), conforme afirma o Zôhar: "assim como é acima, é abaixo".

Antes da fragmentação, Adam ha'Rishon possuía 300 cúbitos de altura, o que são 137 metros. A idade do universo criado após a fragmentação de Adam Qadmon é de 13,7x1.000.000 e que é igual a 13,7 bilhões de anos. 

Para os que desconhecem a Chochmat Nistar ha'Torá (Sabedoria Escondida da Torá) que o Zôhar chama "QABALÁH" foi a fragmentação de Adam Qadmon (O Homem Celestial) que deu origem ao nosso universo. O ego científico convenceu a si mesmo de que a ciência foi quem postulou a teoria do Big Bang - a Grande Explosão - que deu origem ao universo conhecido. A verdade é que, foi o Rabino Nehuniá Ben Ha'Kanná (o revelador da prece Ana Be'koach) quem postulou primeiro esta verdade e, isto, há mais de 2000 anos. O Rabino Nehuniá explicou que, no princípio não havia nada e a Luz (Ein Sof Ór) preenchia absolutamente tudo e, não havia nem começo e nem fim, nem cabeça e nem cauda. Então, a Luz resolveu criar e deu nascimento ao Cli (Vasilha) para o qual a Luz passou a emanar tudo. Com o tempo, o Cli percebeu que ele não era merecedor de tudo o que gratuitamente recebia e passou a rejeitar a Luz se contraindo e expandindo, efeito este chamado "Tzim-Tzum (Contração e Expansão)". Este movimento afastou a Luz criando um espaço vazio entre a Luz e o Receptáculo (Cli). Em relação a nós, este ponto vazio era do tamanho de um grão de mostarda e o Talmude diz sobre esta semente "Ein bô mamash (nela, nada havia)". Quando o espaço vazio apareceu no nada absoluto, o Criador (Ein Sof Ór) traçou um filete de luz até a cabeça (keter) de Adam Qadmon que começou a preenchê-lo enchendo todas as suas sefirot (vasilhas divinas) com a luz primordial. Ao chegar nas pernas do Cli, a Luz não pôde ser contida e elas se estilhaçaram sendo arremessadas em todas as direções contendo centelhas da Luz Divina aprisionadas nos seus cacos e este efeito é o início de toda a criação. 

No século dezesseis, o Rabino Isaac Lúria chamou esta fragmentação de "Shevirat ha'Kelim (A quebra das vazilhas)". Portanto, o Big Bang não foi postulado pela ciência, e sim pelos Sábios da Torá. O número 137 é o valor numerológico da palavra QABALÁH que significa "Recepção do Divino (Qabel-Hê)". 

Adam ha'Rishon foi criado à semelhança do Criador que é uma alusão a Adam Qadmon e como Adão era muito alto e abrangia toda a criação o tempo também era maior e diferente do tempo atual. Quando o Adão Primordial foi fragmentado em centelhas de almas menores (613.000) o tempo também foi afetado e diminuído, mas, mesmo assim, como no princípio as almas viviam muito, como o próprio Adão (930 anos) o tempo também era maior do que o atual. 


"A galáxia não possui 200 bilhões de sóis como pensado pela ciência astronômica, mas, 613 bilhões de massas solares, pois, como foi dito: "Assim como é acima, é abaixo".

Porque se vivia muito a oportunidade de cometer outros erros aos invés de corrigir o que causou a fragmentação era maior e, então, o Sagrado dividiu novamente as centelhas e centelhas de almas menores diminuindo o tempo de vida e facilitando a correção e, então, o tempo também diminuído e é por esta razão que a ciência não consegue conciliar a criação de Adão há 5778 anos atrás com a idade dos fosseis ou da primeira mutação genética a partir de Adão e que ele afirmam ter ocorrido há 130.000 anos. Adão pecou ao meio dia da sexta-feira cósmica, isto é, quando ele tinha doze horas divinas de vida. Qual a base de cálculo para descobrirmos a idade que Adão possuía em relação ao tempo atual quando ele foi fragmentado? 

"Porque mil anos são aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite (כִּי אֶלֶף שָׁנִים, בְּעֵינֶיךָ--כְּיוֹם אֶתְמוֹל, כִּי יַעֲבֹר; וְאַשְׁמוּרָה בַלָּיְלָה.)" - Tehilim (Salmos) 90 versículo 6. 

O passuq (versículo) contém o segredo que é a nossa base de cálculo. Um dia divino são mil dos nossos anos. Logo, um ano divino são 365.250 dos nossos anos. Como Adão ainda não havia cometido seu erro e está sob a influência do Divino, ele tinha 500 anos divinos quando pecou, isto é, Adão tinha cerca de 182.625.000 anos (cento e oitenta e dois milhões seiscentos e vinte e cinco mil anos). O tempo foi drasticamente diminuído com a fragmentação e continua sendo diminuído a cada dia que passa. Este mistério contêm o segredo da duração de uma vida: Quanto mais centelhas de almas uma pessoa possuí, mas longa é a sua vida, pois soma as o tempo de vida que estas centelhas viveram em outras encarnações de acordo com as raízes de suas almas.

Autor
BËN MÄHREN QADËSH
"Dipankara Vedas"

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O Artesão Da Luz

O Artesão Da Luz
Deepak Veda - Instrutor e compartilhador sobre a Sabedoria Espiritual. Sênior criptólogo especialista em Criptologia Divina. É escritor e autor de 14 obras, incluindo "Shem ha'Meforash - Os 72 Nomes De D'us" e "Guilgulim - O Portal Das Reencarnações".

Advertência

"Todas as palavras postadas aqui tem por finalidade a revelação dos mistérios das escrituras. Por mais duras que algumas vezes possam parecer, elas não tem finalidade de agredir, difamar, caluniar quaisquer pessoas, instituições, religiões ou quaisquer práticas religiosas e seus líderes. É certo que determinadas práticas e seus respectivos lideres precisam sim serem trazidos à luz, mas através da revelação da verdade"

Tradição

"Então, aqueles que são sábios brilharão como o esplendor (Zohar) do firmamento, e aqueles que retornaram à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre (Dani´El Péreq 12, 3º Passuq)".

Aviso

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