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sábado, 11 de maio de 2013

Abraão - O Saltador Quântico




A Toráh contem todos os códigos e toda a ciência que está sendo revelada agora para Mecânica Quântica. O que esta maravilhosa ciência está redescobrindo são habilidades, propriedades da matéria que já eram conhecidas do maior qabalista que existiu cerca de 4.000 anos no passado: Abraão - O Patriarca.

A mecânica quântica, diferentemente da ciência ortodoxa, compreende e permite o "deslocamento" da matéria de um lugar para outro lugar. Através do chamado "Estados Entrelaçados" um átomo gêmeo é criado e descolocado para outro lugar no espaço. Todas as vezes que alterações são criadas na matéria original a sua contraparte gêmea sobre as mesmas alterações.

Assim, é possível que uma pessoa possa se deslocar no tempo e espaço e aparecer onde desejar. A esta habilidade dá-se o nome de "Teleporte".

Proposto pela primeira vez em 1993 por físicos teóricos que trabalhavam para a empresa IBM utiliza um efeito da mecânica quântica chamado de entrelaçamento quântico, pelo qual partículas subatômicas que passam por processos quânticos mantêm um tipo de associação intrínseca mesmo depois de separadas, à semelhança do fenômeno de ressonância, mas teoricamente independente da distância.
          
O exemplo mais citado é o de duas partículas criadas conjuntamente que assumem spins opostos, e ao se modificar o spin de uma, o spin da outra também se modifica, mesmo que elas estejam separadas.

A tecnologia tenta usar esse efeito para telecomunicações ou armazenamento de informação num possível computador quântico.



Abraão 
O Teleportador

No Gênesis capítulo 12 verso 8 diz: “E moveu-se (Abrão) do lugar da montanha de Qédem para Beith´El...”. A palavra “montanha” aqui é Hará cuja raíz é o termo “hirhur” que significa “pensamento”. O segredo do verso é que Abrão moveu-se de Qédem através do pensamento para outro lugar. É certo que Abrão “viajou sem se mover”. Este tipo de mudança de lugar tem um nome da Qabalá que é “Qiftzat Ha´Derach” ou “Qiftzat Ha´Nativ”. Qiftzat Ha´Derech é geralmente traduzido para “O Encurtador do Caminho”.


 וַיַּעְתֵּק מִשָּׁם הָהָרָה, מִקֶּדֶם לְבֵית-אֵל--וַיֵּט אָהֳלֹה; בֵּית-אֵל מִיָּם, וְהָעַי מִקֶּדֶם, וַיִּבֶן-שָׁם מִזְבֵּחַ לַיהוָה, וַיִּקְרָא בְּשֵׁם יְהוָה

A termo metafísico Qiftzat Haderach vem originalmente de Qifitsát do Hebraico padrão (קְפִיצַת), Ha'Dérech (הַרֶדֶּךְ) originalmente do Hebraico Tiberiano. No judaísmo, o termo está especialmente associado com o movimento qabalista, que é usado para descrever a habilidade de saltar instantaneamente de um lugar para outro sem se mover, atribuído a vários homens santos (tzadiqim). O termo é usado em alguns dos trabalhos de Shmuel Yosef Agnon, um escritor Israelita que ganhou o prêmio Nobel de literatura de 1966 (mesmo ano em que Duna ganhou os prêmios Hugo e Nebula). Em uma história de Agnon baseada em um dos contos dos cabalistas acima mencionados, a um Rabbi justo (Tzadiq) é dado o dom de “Kfitzat Haderech” que o usa para entrar na Tesouraria do império de Habsburg, e saltar de volta para o seu shtetl (aldeia judia), despercebido por qualquer um. Usa o dinheiro para ajudar os Judeus pobres e perseguidos, e a história diz que o poder seria removido dele se ele ficasse com algum do ouro. Mais tarde, quando o Imperador planejou criar um decreto prejudicial aos Judeus, o Rabbi usou seu poder de “Kfitzat Haderech” a fim saltar para câmara de audiências e bater no Imperador com sua vara, sendo visível (e tangível) ao Imperador, mas invisível a seus conselheiros e protetores.


Em Duna, Frank Herbert adaptou o titulo para “Kwisatz Haderach” aplicando-o à figura profetizada do messias no universo de Duna, e que estendida mais tarde por seu filho, Brian Herbert, ao lado do autor de ficção científica Kevin J. Anderson. O nome significa a “o encurtador do caminho” e é o titulo aplicado pelas Bene Gesserit ao desconhecido que procuravam através de uma solução genética, um Bene Gesserit masculino cujos poderes mentais e orgânicos construíssem uma ponte sobre o espaço e o tempo. Conhecido também como “aquele que pode estar em muitos lugares ao mesmo tempo.”.

Recentemente esta habilidade metafisica foi apresentada no Filme "Jumper" onde um jovem descobre ter a capacidade de saltar para qualquer lugar dentro do espaço. O interessante deste filme é que, "Jumper" termo do inglês cujo significado é "Saltar" translitera-se para o hebraico ג'אמפר (Gamper).


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Procurei pelo termo transliterado no verso em que a Toráh secretamente conta que Abraão conhecia, possuía e usava esta habilidade quântica. Encontrei-o em estreita proximidade com o verso de Gênesis 12:8.

Assim, chegamos à conclusão de que esta viagem de Qédem para a terra se derá de forma milagrosa, possivelmente através de teletransporte.

O Encurtador Do Caminho
Dos Escritos Do Rabino Hayim Vital'zl

O rabino Chayim Vital, relata o seguinte episódio em seus escritos. Após a morte de seu mestre, o Ari, ele estava em Jerusalém. Um dia, o sultão de Yerushalaim se aproximou dele e ordenou-lhe para abrir as águas do Gihon. O Gihon era uma nascente subterrânea que fluia em Jerusalém, que, de acordo com o Talmud tinha sido fechada pelo Rei Hizkyyahu (Ezequias) contra a opinião dos estudiosos (Sábios) de sua geração (2° Crônicas 32:30).

 O sultão sabia que o grande cabalista Rabbi Chayim Vital teria o poder espiritual para abrir a mola, fechada desde a antiguidade, mas o Rabino Vital não quis, e sabia que sua vida estaria em perigo se ele se recusasse a fazê-lo, e usando uma técnica do Kwisatz ha'Derech (o encurtador do caminho), se teletransportou imediatamente para Damasco, fugindo da presença do Sultão e da missão que lhe fora confiada.


Naquela noite, seu professor, o Ari'zl (Rabi Isaac Lúria), apareceu para ele em um sonho: "Por que você se recusou a abrir o Gihon hoje?", Perguntou ao seu discípulo. "Eu estava com medo de usar os nomes Sagrados de Deus que eram necessários para fazer isso", retrucou o rabino Chayim. "E como você chegou a Damasco, então?" Questionou o Santo Ari. Obviamente, o rabino Chayim emudeceu diante da pergunta do seu mestre, pois ele havia usado os Nomes Divinos para se teletransportar para Damasco. O Arizal lhe disse então: "Você sabe que a sua alma é um guilgul (reencarnação) do Rei Chizquiyahu (Ezequias) e você veio ao mundo para reabrir a primavera (A Era Messiânica/Despertar) que você mesmo tinha fechado há muitos séculos atrás". Podemos apenas imaginar a responsabilidade o que o rabino Chayim sentiu sobre seus ombros. Ele mesmo documentou sua reação em sua auto biografia : "Amanhã voltar lá e eu vou abri-lo." Mas o Arizal disse: "Você não pode. Hoje era o dia e, agora, a oportunidade se foi".



O Efeito K'var

O vídeo abaixo contém o segredo do teleporte que está codificado no Livro Bíblico de Yechezkël Ha'Novi (Ezequiel, o profeta). O filme foi um curta metragem escrito por mim e por Raul Kuk, meu mais querido discípulo e amigo e dirigido por Janderson Rodrigues.

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Deepak Veda - Instrutor e compartilhador sobre a Sabedoria Espiritual. Sênior criptólogo especialista em Criptologia Divina. É escritor e autor de 14 obras, incluindo "Shem ha'Meforash - Os 72 Nomes De D'us" e "Guilgulim - O Portal Das Reencarnações".

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